quarta-feira, 27 de novembro de 2013

CLADOGRAMA


     Os primeiros vertebrados surgiram no planeta há mais de 400 milhões de anos, a partir dos cordados primitivos e eram animais que ainda não possuíam mandíbulas, os ciclóstomos.

Vieram depois os primeiros grupos de peixes verdadeiros, com mandíbulas, que apresentavam grandes carapaças, ou couraças, na cabeça. Eles tinham o corpo nu, sem escamas. Esses peixes não existem mais, porém muitos deles já foram encontrados fossilizados.
     Os dois grandes grupos de peixes que permanecem até hoje, ocupando os mais variados ambientes aquáticos, são os osteíctios, de esqueleto ósseo; e os condríctios, mais primitivos, de esqueleto cartilaginoso.
     Os primeiros vertebrados com alguma adaptação ao meio terrestre foram os anfíbios. A partir desses animais surgiram os répteis mais primitivos, seguindo-se duas grandes linhas independentes de evolução, uma que levou à origem dos répteis e aves, e outra que originou os mamíferos.


REFERENCIAS:

sábado, 14 de setembro de 2013

PRODUÇÃO DE TEXTOS

SALINIZAÇÃO DO SOLO E SUAS CONSEQUÊNCIAS PARA AS PLANTAS


   Quando falamos em salinização do solo, nos referimos a concentração elevada de sais (cloreto de sódio, sulfatos de cálcio e magnésio e alguns bicarbonatos) contida no solo, que prejudica o desenvolvimento das plantas. 
     As razões para que ocorra salinização dos solos são:
*A irrigação mal feita
* Destruição da vegetação nativa. 
* Ausência de drenagem adequada. 
* Formação de crostas ou compactações superficiais 
* Solo com a sua estrutura decaída. 
* Nível do lençol freático está muito superficial, dificultando a drenagem destes solos. 

* Manejo inadequado do solo e da água
     Normalmente este processo ocorre em regiões de climas semi-áridos ou áridos, ou seja, com baixas precipitações e que possuem o lençol freático próximos da superfícieQuando o solo é submetido a uma irrigação  inadequada, o nível do lençol pode variar, e assim , trazer os sais para a superfície do solo, prejudicando assim as plantas.
      De um modo geral, os solos situados em regiões áridas, quando sub,metidos á prática da irrigação, apresentam grandes possibilidades de se tornarem salinos, principalmente caso não possuam um sistema de drenagem adequado.
     Em resumo, esses sais em grandes quantidades são prejudiciais para o cultivo de plantas, pois afetam o seu crescimento podendo ocorrer ate mesmo a morte. Isso acontece devido ao uso de solos inadequados para cultivo, irrigação incorreta, uso exagerado de fertilizantes, presença de toalhas freáticas com alto índice de sais.
     Tais fatores contribuem para o baixo desempenho das plantas, ja que para um bom cultivo é necessário um solo ''saudável'' e um controle adequado de água.
 solo com alto nivel de salinização. FONTE: (http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Salinity.jpg)


BIBLIOGRAFIA




O ATP E SUA IMPORTÂNCIA

     O ATP (trifosfato de adenosina) é um nucleotídeo especial, relacionado com os processos de transferência de energia. O ATP é formado por uma base nitrogenada (adenina), uma ribose, e três fosfatos.
     As células nao usam diretamente a energia liberada dos carboidratos e lipídeos, mas utilizam uma substância intermediária que é o ATP, geralmente produzido graças á energia contida nas moléculas de glicose e ácidos graxos.
     O ATP armazena energia gerada através da respiração celular e da fotossíntese. Essa energia não pode ser armazenada, e pode ser utilizada em vários processos, como por exemplo: divisão celular, síntese e secreção de substâncias, locomoção, entre outros.
     A formação da molécula de ATP acontece através do processo chamado de fotofosforilação. Com a junção do ADP e do fosfato, e a interferência da luz, surgi o ATP.              A ligação do ADP com o fosfato é reversível. Então, toda vez que é necessário energia para a realização de qualquer trabalho na célula, ocorre a conversão de algumas moléculas de ATP em ADP + Pi e a energia liberada é utilizada pela célula. A recarga dos ADP ocorre toda vez que há liberação de energia na desmontagem da glicose, o que ocorre na respiração aeróbia ou na fermentação.
     Podemos representar a fotofosforilação da seguinte maneira: 



É esta energia que é utilizada quando andamos, falamos, pensamos ou realizamos qualquer trabalho celular.

 BIBLIOGRAFIA

http://www.sobiologia.com.br/conteudos/bioquimica/bioquimica2.php
http://www.biomedicinapadrao.com/2011/04/atp-adenosina-trifosfato.html
http://esporte.hsw.uol.com.br/exercicio-fisico2.htm
http://www.klickeducacao.com.br/bcoresp/bcoresp_mostra/0,6674,POR-853-2650,00.html
http://www.knoow.net/ciencterravida/biologia/atp.htm#vermais
http://pt.scribd.com/doc/2744051/bioquimica-parte-6

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Microscopia

                                          MICROSCOPIA ÓPTICA 
 O microscópio é um dos instrumentos mais versáteis e utilizados no laboratório de
semicondutores. A utilização do microscópio ótico não se restringe apenas a análise de características dos circuitos integrados, é também usado para analisar partículas encontradas nos circuitos, e ainda freqüentemente usado para olhar e medir o tamanho, o tipo e a densidade de defeitos em circuitos semicondutores. A identificação e análise de partículas requer uma certa prática  e habilidade por parte do microscopista. A técnica é mais usada para partículas maiores de 1 micrômetro e as análises dependem da combinação entre o desconhecimentos dos dados e o que se sabe sobre as partículas.

Dentro do glóbulo branco, observado em microscopia óptica, é possível ver no centro uma substancia densa corada, que é constituída por ADN muito enrolado em torno de proteínas e ácidos nucleícos, constituindo a cromatina. É, então, este ADN o objecto do estudo do PGH. Trata-se de um esqueleto de moléculas de açúcar e fosfato sempre iguais, às quais se ligam 4 bases azotadas, adenina (A), guanina (G), tiamina (T) e citosina (C). O ADN, em certas fases da vida da célula, apresenta-se distribuído por estruturas muito compactadas - os cromossomas - que nos seres humanos são 23 pares.

  Na microscopia óptica de campo luminoso, o campo do microscópio aparece brilhantemente iluminado e os objetos estudados apresentam-se mais escuros.
 Glomérulo com esclerose segmentar e colapso de alças capilares

O microscópio apresenta dois sistemas de lentes convergentes; a objetiva e a ocular. Aobjetiva é um conjunto de lentes que apresenta pequena distância focal e que fornece uma imagem real e aumentada do objeto que é observado. A ocular, também formada por lentes convergentes, funciona como uma lupa, que nos dá uma imagem virtual e aumentada da imagem real que se formou em pela objetiva.A objetiva e a ocular são dispostas nas extremidades de um cilindro oco, constituindo a coluna do microscópio e que possui a capacidade de se aproximar ou afastar da amostra para que se tenha a focalização perfeita. Isto é realizado por intermédio de uma cremalheira que se acha associada a uma roda dentada. A potência do microscópio é resultado do produto da ampliação linear da objetiva pela potência da ocular; seu valor será elevado quando as distâncias focais da objetiva e ocular forem pequenas.


Partes de um microscopio óptico


Microscópio óptico 
 
MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE TRANSMISSÃO
    No microscópio eletrônico de transmissão há, em vez de luz, um feixe de elétrons que atravessa o material biológico, produzindo a imagem. A microscopia eletrônica apresenta vários tipos de aparelhos com especificidade quanto ao funcionamento e utilização.
   O microscópio eletrônico de transmissão (MET) é composto por uma fonte geradora de elétrons que caminha por um sistema de lentes eletromagnéticas dispostas em coluna. Os elétrons têm que interagir com o objeto para formar a imagem em uma tela fluorescente, para isso, o objeto deve ser extremamente fino para permitir a passagem dos elétrons. O poder de resolução do MET é bem maior que o do microscópio optico (maior 2000 vezes), o que permite maior profundidade de foco (só é possível visualizar organelas com MET).
    O microscópio eletrônico de varredura (MEV) é um aparelho mais simples, menor e mais barato, que permite a obtenção de imagens tridimensionais dos materiais em estudo. Os feixes de elétrons atuam sobre a superfície do material. A amostra é muitas vezes recoberta com metais pesados (como urânio e chumbo) para aumentar o poder dispersante das estruturas e com isso a resolução.
                                                 Microscopia eletrônica de transmissão mostrando uma mitocôndria.
                                                                   

A parte essencial do microscópio eletrônico de transmissão é uma coluna vertical a qual é percorrida por um feixe de elétrons.
Na parte superior da coluna existe uma fonte de elétrons, o canhão eletrônico. No canhão eletrônico existe um gerador de elétrons que é freqüentemente um filamento de tungstênio. 
                                                                                 Membrana citoplasmática


  Imagem obtida por microscopia eletrônica de transmissão, evidenciando as características granulocíticas dos heterófilos

                                                                       Microscópio Eletrônico de Transmissão

                                  MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE VARREDURA
O microscópio eletrônico de varredura por meio também de elétrons, estuda-se detalhes de superfícies de objetos sólidos. O material deve ser desidratado e recoberto com uma fina camada de metal. Com a movimentação de um feixe de elétrons, a superfície do material é captada por um sensor e então há uma interpretação computadorizada dessa superfície. 


Células do sangue
Essa foto de microscopia eletrônica de varredura (MEV) com aumento de 20.000 vezes mostra as células do sangue: eritrócitos (em vermelho), um leucócito linfócito (em amarelo) e plaquetas (em lilás).

O microscópio eletrônico de varredura (MEV) é um equipamento capaz de produzir imagens de alta ampliação (até 300.000 x) e resolução. As imagens fornecidas pelo MEV possuem um caráter virtual, pois o que é visualizado no monitor do aparelho é a transcodificação da energia emitida pelos elétrons, ao contrário da radiação de luz a qual estamos habitualmente acostumados.
O princípio de funcionamento do MEV consiste na emissão de feixes de elétrons por um filamento capilar de tungstênio (eletrodo negativo), mediante a aplicação de uma diferença de potencial que pode variar de 0,5 a 30 KV. Essa variação de voltagem permite a variação da aceleração dos elétrons, e também provoca o aquecimento do filamento. A parte positiva em relação ao filamento do microscópio (eletrodo positivo) atrai fortemente os elétrons gerados, resultando numa aceleração em direção ao eletrodo positivo. A correção do percurso dos feixes é realizada pelas lentes condensadoras que alinham os feixes em direção à abertura da objetiva. A objetiva ajusta o foco dos feixes de elétrons antes dos elétrons atingirem a amostra analisada.
O principal aspecto deste tipo de microscópio é que um feixe de elétrons extremamente fino é utilizado para varrer o objeto.  

                                                           Exemplo de Microscópio eletrônico de varredura


Trabalho realizado por:Bruna Luiza e Dannye Fernanda
OBS: TODAS AS IMAGENS FORAM RETIRADAS SELECIONADAMENTE DO GOOGLE IMAGENS.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012